Dealema Guerreiros Indomaveis

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End rhyme Internal rhyme
[Intro: Zacky Man]

2Yeah
8Homem da invicta, yeah
8É mais um dia na luta
8Quando a alma levita
8Yeah, yeah, yeah, yeah
[Verso 1: Expeão]

13MC's no fundo queriam-nos ver pelas costas
13Apostaram tudo perderam as apostas
12A curto prazo, só burlões vigaristas
18Mas Dealema valoriza as ações dos acionistas
14Devias ter tomado medidas preventivas
17Contra liricistas que fazem de MC's múltiplas vítimas
14Vinis pegajosos nas mãos do DJ, contém vírus
16És activo na rádio, somos radioactivos
112º Piso é o culto do liricismo
17A base do rap como na religião o hinduísmo
16É o Arqueiro, divido a tua flecha a meio
15Em cheio, asas de um anjo, voz de de guerreiro
13(Nós!) Camuflados, atacamos de surpresa
17Dealema, altera a consciência portuguesa
5DJs, B-boys, Writers, MC's
13A representar sem pensar em rádio e TVs
12Hipnóticos, como mantras tibetanos
12Respira fundo, cada rima são 100 anos
12Ainda não sabias as profecias
16Tu és um conto de fadas somos espíritos guias
17Rimas geladas no tempo sentem o pulso da cidade
17Relógios parados marcam a nossa eternidade
16Efémero num segundo mas eterno numa pista
15Guerreiro do norte como o Nuno, “O boxista

[Verso 2: Mundo Segundo]

12Aqui cicatrizes são mapas do tempo
17Cada corte é um ensinamento vil e violento
15Não sou mártir nem santo, sou o resto que insiste
18Como a chama que vive na lama onde nada existe
13Na noite longa eu aprendi a ser farol
18Vi a escuridão da alma ser arrombada pelo sol (Quê?)
15Não luto para ser rei ou para virar senhor (Quê?)
14Mas para que nenhum ser viva curvado à dor
16Cicatrizes no percurso enriquecem o arquivo
19Cada queda na encosta da serra um curso intensivo (Vai)
15A mente que se abre a novas ideias jamais
13Voltará às suas medidas originais
17Se o coletivo cai, que seja em marcha não em fuga
16Que a nossa queda alimente uma nova luta
15Não queremos lugar numa mesa que não é justa
15Aprende o valor do quanto a verdade custa
[Refrão: Zacky Man]

6Homem da invicta
10Dono de vontade infinita
8É mais um dia na luta
8Quando a alma levita
7Nessa sombra maldita
9Será sempre recta a conduta
6Homem da invicta
10Dono de vontade infinita
8É mais um dia na luta
8Quando a alma levita
7Nessa sombra maldita
9Será sempre recta a conduta

[Verso 3: Maze]

16O caminho é tortuoso mas o passo é firme
13Já morri tantas vezes, renasci mais forte
17Estou a ganhar fôlego, que a subida é íngreme
16A noite está tão escura, mas não perco o Norte
13Coragem nunca some, o verbo não dorme
12Há quem afirme, a força é enorme
14A chama no meu peito é fogo que consome
13Chega de lamento, tu absorve o golpe
13O corte deixa marca, mas também nos move
13O medo paralisa, mas a fé responde
16Somos donos e senhores da nossa própria sorte
13A luta é urgente, soem o alarme
14O regime oprime, mas temos tanta fome
14Somos uma irmandade que ninguém dissolve
15E se ainda respiramos, não há quem nos dome
11são 30 anos a enganar a morte
[Verso 4: Fuse]

7O quinto anjo - Fuse
18Pesado como Hitchcock de faca na cortina do teu duche
13Ciclone classe 5, recluso do novo mundo
10Novo disco - 2026 abalo sísmico
18Paixão ainda fulmina, acende a chama olímpica
17Ainda sinto o cheiro a Napalm em cada sílaba
16Poesia Dealemática - neurocirurgia
12A nona sinfonia, destruição de Shiva
17Dealema lenda urbana que o povo não esqueceu
1230 voltas ao sol com o fogo de Prometeu
14Distribuir amor pelos PALOPS em expansão
14Partículas de Deus vibramos noutra dimensão
17Mental, “nada criminal”, "Hannibal de escrita" canibal
12Oriundo com orgulho de Ramalde
16Levanto a cara, não é sangue, é tinta num mural
16Na vida, no meu corpo, Dealema é intemporal

[Refrão: Zacky Man]

6Homem da invicta
10Dono de vontade infinita
8É mais um dia na luta
8Quando a alma levita
7Nessa sombra maldita
9Será sempre recta a conduta
6Homem da invicta
10Dono de vontade infinita
8É mais um dia na luta
8Quando a alma levita
7Nessa sombra maldita
9Será sempre recta a conduta