Dealema Dealema Alta Tensao

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[Verso 1: Expeão]

14Hey estão as profecias de rua cumpridas
10As nossas rimas são mais valias
8Tu ainda não sabias
11Noteusistema causam avarias
5Naguerra santa
13Reunimos tribos urbanas, não adianta
10Levasestalos de luva branca
12Expeão, covardes são postos de parte
16Uma irradiação de arte vai iluminar-te
15Dealema avança no [?] com a mancha de sangue
17Morre o trabalhador que se descobre como criador
7Encontra o seu norte
[Verso 2: Maze]

11Na cidade o ritmo é rápido
8O estilo é prático
13Não há mais tempo para ficar estático
14Entalados no seio da mediocridade
15A nossa bengala é espiritualidade
15Tantos anos carregámos este peso nos ombros
15Responsabilidade: puxar manos dos escombros
17Na nova babilónia e sua mente caótica
15Visiona bem além das ilusões de ótica
10Da sociedade robótica
6Da autoridade [?]
18Dealema é um estado permanente de insónia
17É uma injeção de adrenalina no teu coração
12Um batalhão com rimas de insubmissão
11É uma entidade superior
9Um catalisador de amor
11Um orador exterminador da dor
12É o amanhã, corpo são e mente sã
14É a razão pela qual a vida não é em vão
16É o universo, fogo, água, ar, terra num verso
9Tudo e nada, paz e guerra
17É o toque da corneta que anuncia o ataque
15O golpe da baioneta na frente de combate

[Refrão]

13Atenção, alta tensão, perigo de vida
11Choques, doses letais de energia
11Choques, doses letais de energia
13Atenção, alta tensão, perigo de vida
11Choques, doses letais de energia
11Choques, doses letais de energia
[Verso 3: Fuse]

22Atenção isto é o negócio de expansão de música extrema
17Dealema as rimas estão em bruto corta a cena
19Pede auxílio, começou o genocídio coletivo
12Promovemos terrorismo auditivo
17É o veto à maçonaria, o repto aos media
17Declaramos guerra aberta a notícias de merda
5É o jubileu
13Dealema na praça confusão festiva
13Uma mão no microfone outra na piça
14Agora a guerra não é de território
16Os falsos vão deixar de controlar o monopólio
18Raptídios sombrios, disparam o veneno no caminho
11Arrancamos línguas a sangue frio
15Retaliação à difamação e à cópia
12Após o expresso DLM criou réplicas
15B-Boy pródigo este é o código do esgoto
17Onde a cultura clássica alimenta como soro

[Verso 4: Mundo Segundo]

7Não há tempo a perder
8Os putos estão a crescer
17E o degredo diminui a motivação de aprender
9O melhor caminho a seguir
9A melhor decisão a tomar
15Pela estrada do bem puto tu hás de lá chegar
15Viver sem escrever é lentamente desfalecer
13Soltamos mais uns versos até ao sol nascer
9Sou noctívago assíduo
8Amigo do meu amigo
14Até ao jazigo crítico e construtivo
8Poeta interventivo
15Como tudo carne e osso cinzas pó e nada
17E uma mão calejada que me fez fazer à estrada
13Sempre fui com calma e nunca tive pressa
17Houve muito quem falasse mas nunca fomos na conversa
8Franco para quem é franco
8Sem ataque pelo flanco
16Estendo o manto sejam bem-vindos ao nosso campo
11Todos sofremos, uns mais outros menos
15Mas todos devemos valorizar mais o que temos
[Refrão]

13Atenção, alta tensão, perigo de vida
10Fazemos a revolução viva
13Atenção, alta tensão, perigo de vida

[Verso 5: Expeão]

19Que se foda a religião e as revoltas sem revolução
17Isso é uma raiva resignada que não dá em nada
14Não resistimos tomamos partido da vida
16Estamos em missão fazemos a revolução viva
19Que se foda a religião e as revoltas sem revolução
17Isso é uma raiva resignada que não dá em nada
14Não resistimos tomamos partido da vida
16Estamos em missão fazemos a revolução viva
10Fazemos a revolução viva
14Não resistimos tomamos partido da vida
16Estamos em missão fazemos a revolução viva
10Fazemos a revolução viva
10Fazemos a revolução viva
14Não resistimos tomamos partido da vida
16Estamos em missão fazemos a revolução viva
19Que se foda a religião e as revoltas sem revolução
17Isso é uma raiva resignada que não dá em nada
19Que se foda a religião e as revoltas sem revolução
17Isso é uma raiva resignada que não dá em nada
14Não resistimos tomamos partido da vida
16Estamos em missão fazemos a revolução viva