Dealema Beijos E Balas

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[Verso 1: Maze]

16A doçura, o confronto, o encontro a tortura
17A ternura, o disparo, a amargura, o amparo
17As trincheiras que cavamos serão sempre as nossas covas
16leras de estimação escondem negrasdoas
14Gostos e desgostos, rostos em pólos opostos
15Os drones dos monstros sobrevoam de olhos postos
16Fogos-fátuos acendem a pólvora nas feridas
18Mas o beijo é manifesto, dele dependem nossas vidas
[Verso 2: Mundo Segundo]

16Se amar é pecado, então eu já nasci culpado
15Beijo de Judas deixa o peito todo furado
14Rezam por ti enquanto apertam o gatilho
13Sorriso forçado, disfarçado de brilho
12Línguas dormentes vêm com sabor a chumbo
14Falam mal do topo mas querem sair do fundo
16O divino é um cadáver num quarto sem janelas
15A verdade Parabelum atravessa costelas
15A raíz de todo o mal somos matemáticos
14Teóricos retóricos e pouco práticos
14Sucessos meteóricos, intergaláticos
13Falsos simpáticos e nada empáticos
14quem implore por amor e cuspa veneno
14A esses não damos valor só fardo de feno
13Círculo pequeno tamanho reduzido
14Um beijo na testa respeito atribuído

[Refrão: Manel Cruz]

5Beijos e balas
9Caminhos da mesma semente
5De braço dado
8O amor e a revolta
5Beijos e balas
9Partilham o mesmo destino
10Tão facilmente vão como voltam
[Verso 3: Fuse]

22Algoritmo sem padrão, vivo num sítio onde o ego não se mede
24Onde o esquecimento tenta curar aquilo que a memória repete
16Lado solar, lado lunar, serei um santo pecador
22Atiro julgamentos para o ar, acerto no ódio e no amor
20Trocamos a verdade nua para vestir uma falsa vaidade
21Lavamos essa roupa suja na lavandaria da dualidade
13Nem preto, nem branco, somos cinza no papel
20Em bicos de pés no chão do inferno alcançamos o teto do céu
[Verso 4: Expeão]

10Rosto sem nome, olhos sem alma
11Guetos no degredo, corpo sem alma
10Noites sem fim, sem estrela-guia
13O som dos tiros, sirenes da polícia
14A vida aqui é dura, ninguém quer estar
12Os becos , vielas, a luta e o
13O medo é o patrão, mas não intimida
13Filho da madrugada , faca na ferida
11Quando morrermos, ergam monumentos
18Que se abra o templo, tentamos-te purificar por dentro
12Inundar-te com fragrâncias divinais
14Quando morrermos, enterra-nos nos canaviais
11Que a terra cuspa o nosso corpo
18Nascemos no Porto, Massarelos, palácios e castelos
9Choram as ruas, lê os sinais
9Eternas chuvas torrenciais

[Refrão: Manel Cruz]

5Beijos e balas
9Caminhos da mesma semente
5De braço dado
8O amor e a revolta
5Beijos e balas
9Partilham o mesmo destino
10Tão facilmente vão como voltam
5Beijos e balas
9Caminhos da mesma semente
5De braço dado
8O amor e a revolta
5Beijos e balas
9Partilham o mesmo destino
10Tão facilmente vão como voltam
[Outro: Manel Cruz]

5Beijos e balas
5Monstros e anjos
5Luzes e sombras
6Amor e Mágoa
5Deuses e homens
6Fúria e calma
5Cinzas e sonhos
5Beijos e balas