[Verso 1: Pacman]
16Na
da de novo nes
te panorama, a mes
ma trama:
13People na rua continu
a todo à
mama
14Perma
nentemente em estado de a
lerta
19À espera da altura
certa numa porta entrea
berta
19Há esquemas novos em folha pa
ra serem pos
tos em prática
13De uma for
ma maquinal,
automática
13Nada mais natural
para todos os
vivos
16Nativos cati
vos da rua para sempre es
quivos
14Agarrados não tão parados
por um se
gundo
18De
um lado para o outro
correm meio mun
do, no fundo
15Há banhadas pa
ra serem dadas, contos de
fadas
14His
tórias maradas pa
ra serem con
tadas
19Começa um estrilho por "
dá cá a
quela palha",
malha,
malha
17Um bacano todo fo
dido, nunca falha, nunca
falha
14Da necessi
dade muitos
fizeram vir
tude
16Com a
esperança que talvez um dia tudo
mude
[Refrão: Virgul & Pacman]
3(Na mes
ma)
11As putas continu
am a atacar,
5dealers a dealar
4Junkies a com
prar,
7putos
vivos a roubar
15Não há
nada de novo, não há
nada de anormal
15E as ce
nas desenrolam-se de
forma casual
11As putas continuam a atacar,
5dealers a dealar
4Junkies a com
prar,
7putos vivos a roubar
15Não há
nada de novo, não há
nada de anormal
15E as cenas desenrolam-se de forma casual
[Verso 2: Virgul]
10Pretendendo, querendo, falando
12Mostrando uma nova activi
dade
6Não sei o que
pensam
15Não sei o que vêem a
não ser a reali
dade
16Um mun
do fodido que toda a gen
te o desfruta:
13Agarrados, pu
tos fodidos, ino
centes
10E até
mesmo filhos da puta
17No meio disto tudo
as prostitutas são *as lixadas*:
18Levam por
rada, são violadas e têm
que estar ca
ladas
19Mas
a vida continua, enquanto há vi
da, há espe
rança
7Penso eu, pensamos nós
14Que um di
a haverá então a tal mu
dança
14Só queremos
que sigam o verdadeiro
rumo
19Que sigam o caminho certo e não um caminho opor
tuno
12Porque
este rumo, sim, é o fu
turo
22E se
este não é o caminho certo, pelo menos é o mais se
guro
[Refrão: Virgul & Pacman]
3(Na mes
ma)
11As putas continu
am a atacar,
5dealers a dealar
4Junkies a com
prar,
7putos
vivos a roubar
15Não há
nada de novo, não há
nada de anormal
15E as ce
nas desenrolam-se de
forma casual
11As putas continuam a atacar,
5dealers a dealar
4Junkies a com
prar,
7putos vivos a roubar
15Não há
nada de novo, não há
nada de anormal
15E as cenas desenrolam-se de forma casual
[Verso 3: Sanryse]
16Ao mes
mo tempo que um drogado compra o pro
duto
14Uma velhinha é assal
tada por um puto
20Uma prostituta é viola
da e largada num via
duto
22Tu
do isto é fruto, resultado da
desigualdade que nos ro
deia
15Pela cidade a criminalidade va
gueia
14Começa a estender-se como uma tei
a
14Ei-la aí: cada vez mais difícil de
conter
7Uns com ela a
sofrer
15Outros para o aumento dela a contri
buir
10Porque é dela que vão subsis
tir
11Ladrões sempre haverão de e
xistir
9Enquanto houver o que
roubar...
13Resta
apenas saber-se o
que vão roubar
9Dro
gados sempre exis
tirão
11Enquan
to houverem dealers
a traficar
13Basta ape
nas lançar um pequeno
olhar
12Sobre o rumo dos
acontecimentos
16Para ver que as cenas têm tendên
cia a pi
orar
13É um cenário di
fícil de alterar
12Um cenário di
fícil de alterar
12Um cenário di
fícil de alterar
[Refrão: Virgul & Pacman]
3(Na mes
ma)
11As putas continu
am a atacar,
5dealers a dealar
4Junkies a com
prar,
7putos
vivos a roubar
15Não há nada de novo, não há na
da de anormal
15E as ce
nas desenrolam-se de
forma casual
11As putas continuam a atacar,
5dealers a dealar
4Junkies a com
prar,
7putos vivos a roubar
15Não há nada de novo, não há nada de anormal
15E as cenas desenrolam-se de forma casual
11As putas continuam a atacar,
5dealers a dealar
4Junkies a com
prar,
7putos vivos a roubar
15Não há nada de novo, não há nada de anormal
15E as cenas desenrolam-se de forma casual
11As putas continuam a atacar,
5dealers a dealar
4Junkies a com
prar,
7putos vivos a roubar
15Não há nada de novo, não há nada de anormal
15E as cenas desenrolam-se de forma casual
[Outro: Sanryse]
11Difí-
difíc-difícil
de alterar