Conjunto-corona Sempre A Riffar

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End rhyme Internal rhyme
[Verso 1: David Bruno]

9A verdinha não pode parar
5No meu paladar
16Eu meto o pesto na pasta, na tortilha e no resto
7Guacamole para pôr no teu tamale
14Roço a mão, limpo o dedo ao aventale
11Meto o dedono pires de wasabi
9Bem picante mas ela sabe
17Por isso eu vi-me e desejei-me para ter a chave
16E agora 'tou seguro, sei que não bate na trave
17'Tou tranquilo tipo domingos na Suave, duplo cone
9Pistáchio e abacate
9Camone, camone, camone
[Refrão]

9A verdinha não pode parar
9A verdinha não pode parar
9A verdinha não pode parar
4Guatemale
4Guatemale
3Ahué
[Verso 2: Logos]

12P**as de origem cubana no Zimbabwe
4No Zimbabwe
13Eu digo tótil, meu filho, não digo bué
5Não digo bué
12P**as de origem cubana no Zimbabwe
4No Zimbabwe
13Eu digo tótil, meu filho, não digo bué
5Não digo bué
8Eu digo tótil, meu filho
9Só tenho sonhos com estrilho
10Dei um lamiré no Cais do Sodré
10Sem ver o sopé (sem ver o sopé)
8Eu digo tótil, meu filho
9Trouxe o meu chimbo com brilho
11Não digo o que é sem passar o pé
10A chorar na Sé (a chorar na Sé)

[Refrão]

9A verdinha não pode parar
9A verdinha não pode parar
9A verdinha não pode parar
4Guatemale
4Guatemale
3Ahué