[Intro: Logos]
11(
E 'tá feito) Isto aqui
das drogas
18É uma men
tira muito grande que nos contaram,
'tás a ver?
9Porque a gente, na verdade
18Devia estar
sempre meio chapado
p'a levar a vida
13Porque (Ei, oh ma
rujo) isto é
um peso
9(Vais-me dizer que eu
sou bruxo?)
15Meio chapado (Ei oh ma
rujo, ei oh marujo)
9(Vais-me dizer
que eu sou bruxo?)
[Refrão: Logos]
10Ei oh maru
jo, ei oh ma
rujo
9Vais-me dizer que eu sou
bruxo?
10Ei oh maru
jo, ei oh ma
rujo
9Vais-me dizer que eu sou
bruxo?
8Vais-me dizer,
vais-me dizer
9Vais-me dizer que eu sou
bruxo?
10Ei oh marujo, ei oh ma
rujo
9Vais-me dizer que eu sou
bruxo?
[Verso 1: David Bruno & Logos]
14Dois manos de
Gondomar, e dois
manos de Valbom
9Dentro de um 316i a cur
tir som
9A43, freixo, na
da bom vem aí
16Dou
o toque
ao meu tropa, em
Raimundo de Car
valho
13Hugo Costa, que é
primo do Rigoletto
15Se vêm cantar de galo, vão acabar num
espeto
14Eu sou
o Corona,
mano, e nunca fui
songa
15Vem fa
lar comigo,
se quiseres bago p'á
gonga
12Bela,
Gueifães, Meilão, eu ando
a monte
14A aparar pêras nessas fuças de
Visconde
12Pera
aí, pera aí, mas afinal
13Es
tes manos são tranquilos, são de São Cosme
14Vieram trazer um
recado do Vitor
Catão
14Vem estrondeira, molho grosso, façam a
tenção
10Pom-porom-pom-pom, façam atenção
15Dois pontas
no cinza, um é verde,
outro é chamom
11Pom-porom-
pom-pom, não façam con
fusão
15Dois dentes na
buzina, um é teu,
outro é que não
[Refrão: Logos]
10Ei oh marujo,
ei oh marujo
12Vais-me dizer que eu sou bruxo?
Ai, ai, ai
10Ei oh marujo, ei oh marujo
12Vais-me dizer que eu sou bruxo?
Ai, ai, ai
6Ai, ai, ai,
ai, ai, ai
9Vais-me dizer
que eu sou bruxo?
8Vais-me dizer,
vais-me dizer
9Vais-me dizer
que eu sou bruxo?
[Bridge: Logos]
14(Ei) Nas campas do Pai
va, é morte ao Sa
raiva
9Nem daiva, nem laiva, só
raiva
13Nas campas do Pai
va, é morte ao Sa
raiva
9Nem daiva, nem laiva, só
raiva
13Nas campas do Pai
va, é morte ao Sa
raiva
13É morte ao Saraiva nas campas do
Paiva
13Nas campas do Pai
va, é morte ao Sa
raiva
9É mor
te, é morte, é morte
[Refrão: Logos]
10Ei oh marujo,
ei oh marujo
12Vais-me dizer que eu sou bruxo?
Ai, ai, ai
10Ei oh marujo, ei oh marujo
12Vais-me dizer que eu sou bruxo?
Ai, ai, ai
6Ai, ai, ai,
ai, ai, ai
9Vais-me dizer
que eu sou bruxo?
8Vais-me dizer,
vais-me dizer
9Vais-me dizer
que eu sou bruxo?
[Verso 2: Piki P.]
21Saio
de Gondomar c'o dedo
no ar esticado, Mar
ginal afora
19Deus abriu-
me a janela
perfeita p'a te par
tir com a porta
20Já a tua ca
ra é tão bonita p'a apagar
o meu cigarro
20E a seguir ain
da te mostro o reflexo na
jante do carro
14Bafo no charro, não
digas o nome três
vezes
20Que eu 'tou a contar com a morte p'a cumprir as mi
nhas piki
preces
20Se me respondes torto,
eu ponho o ponto final, eu nem per
gunto
22O rio é d'ouro e eu vou-te mostrar que
o tesouro está no
fundo
18Se não tens dinheiro p'á renda, não
venhas comprar
uma guerra
24Levo-
te às minas de São
Pedro p'a treina
res o que
é 'tar debai
xo da terra
21Voltas p'a ca
sa sem dentes, tu
é que quiseste apanhar
uma pedra
19Ei oh Corona, não me voltes
a convidar p'a esta mer
da, meu
8(
Ei-yo, Piki P, tu-tu-tu-tu)