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End rhyme Internal rhyme
7Se a dona se banhou
6Eu não estava lá
6Por Deus Nosso Senhor
6Eu não olhei Sinhá
7Estava lá na roça
6Sou de olhar ninguém
7Não tenho mais cobiça
5Nem enxergo bem
8Para que me pôr no tronco
7Para que me aleijar
7Eu juro a vosmecê
6Que nunca vi Sinhá
6Por que me faz tão mal
6Com olhos tão azuis
7Me benzo com o sinal
4Da santa cruz
8Eu só cheguei no açude
6Atrás da sabiá
8Olhava o arvoredo
6Eu não olhei Sinhá
7Se a dona se despiu
7Eu já andava além
7Estava na moenda
7Estava para Xerém
7Por que talhar meu corpo
6Eu não olhei Sinhá
7Para que que vosmin
6Meus olhos vai furar
8Eu choro em iorubá
6Mas oro por Jesus
7Para que que vassun
5Me tira a luz
8E assim vai se encerrar
7O conto de um cantor
7Com voz do pelourinho
6E ares de senhor
7Cantor atormentado
6Herdeiro sara
8Do nome e do renome
10De um feroz senhor de engenho
10E das mandingas de um escravo
11Que no engenho enfeitiçou Sinhá