[Verso 1]
18A saia da Caroli
na, foi de alguém
que a ofereceu
18Que é por e
la ser meni
na, que é p'ra estar per
to de Deus
16Foi
assim de pequeni
na que a quiseram en
sinar
16Que tem lugar
na cozinha e em casa
a costurar
18Tem
cuidado, oh Carolina, que o lagarto dá ao rabo
17Tu até
te vês rainha, queima-
te o patriarcado
9Tem
cuidado, oh Caro
lina
8Quem tem sonhos,
tem pecados
17Ser menina é
tua sina, ser
mulher é teu legado
[Refrão]
17Cuidado com
a Carolina, que vem de punho
cerrado
17Cuidado com
a Carolina, que vem de punho cerrado
16A saia da Carolina ardeu no meio
do mato
21A história
da Carolina
é que ela agora ves
te fato
[Verso 2]
14Sou Maria Ca
rolina, Des
landes p'ra vocês
15Nasci do amor antigo do Ki
ko e da Inês
18Tu
querias julgar com riso toda a mi
nha insensatez
16É por
ter crias comi
go e agora conto com
três
18A sai
a da Carolina nunca aqui teve um
cabide
15E eu ando bem
calçada, vai pergun
tar ao David
14Debaixo
do meu hoodie não
gosto de dar
nas vistas
10Cancela as minhas en
trevistas
16Eu te
nho sardas es
palhadas como grãos de
areia
15Pedem-me uma can
ção, eu tenho uma
mão cheia
16Avisa
o lagarto que eu o
esmago com o pé
15Não há tempo p'ra raste
jos em terra de
jacaré
16Não há tempo p'ra bocejos quando
o dia me chama
12Eu vi
vo de fé, há
quem viva de fama
8A saia não é de
ninguém
16Ca
rolina o-
i-o-ai, Carolina o-ai
meu bem
[Refrão]
17Cuidado com
a Carolina, que vem de punho
cerrado
17Cuidado com
a Carolina, que vem de punho cerrado
16A saia da Carolina ardeu no meio
do mato
21A história
da Carolina
é que ela agora ves
te fato
[Outro]
9Sim Carolina
o-i-o-ai
9Sim Carolina,
o-ai meu bem
9Sim Carolina o-i-o-ai
9Sim Carolina,
o-ai meu bem
9Sim Carolina o-i-o-ai
9Sim Carolina,
o-ai meu bem
9Sim Carolina o-i-o-ai
9Sim Carolina,
o-ai meu bem