8Xaile verde, verde malva
10Sacudida e toda airosa
10Ainda malrompia a alva
9Saía de casa aRosa
10Eo esvo açar do seu xaile
10Trazia o povo intrigado
9E a po bre Rosa , afinal
10Iaà missa e ao mercado
7Arosa que abrisse
6Na su a roseira
7Não tinhaa maneira
6Daquela morena
9Ligeira, bre jeira, formosa
11Parecia u ma pena, pequena
4EssaRosa !
8Creio que desde criança
9Aquele xailea compunha
8A ponto davizinhança
9À Rosa pôr essa alcunha
9Essa alcunhagraciosa
8De que já ninguém a salva
8Chamavam-lheMalva-Rosa
9Com o seu xailecor de malva
7A rosaque abrisse
6Na sua roseira
7Não tinhaa maneira
6Daquela morena
9Ligeira, brejeira, formosa
11Parecia uma pena, pequena
4EssaRosa !
7A rosa que abrisse
6Na sua roseira
7Não tinhaa maneira
6Daquela morena
9Ligeira, Brejeira, Formosa
11Parecia uma pena, pequena
4EssaRosa !
10Sa
10Ainda mal
9Saía de casa a
10E
10Trazia o povo intri
9
10Ia
7A
6
7Não tinha
6Daque
9
11Pareci
4Essa
8Creio que desde crian
9Aquele xaile
8A ponto da
9À Rosa pôr es
9Essa alcunha
8De que já nin
8Chamavam-lhe
9Com o seu xaile
7A rosa
6
7Não tinha
6Daque
9Ligeira, brejeira, for
11Pareci
4Essa
7A rosa que abris
6
7Não tinha
6Daque
9Ligeira, Brejeira, For
11Pareci
4Essa