16Quando a saudade nos fala e em nós se faz tarde
16Quando a ternuranos despe e os corpos se prendem
8Abrem-se luas antigas
9Vozes de sombra e de rosas
15Arde con nosco esse canto que todos entendem
15Canto que nasce do peito e de mãos na guitarra
17Distância da lágrima ao riso na voz de vadios
9Canto de branco e mulato
8Canto do cais às co linas
17Distância do fundo da noite ao convés dos navios
14Chamem-lhe prece, pregão ou canto de aflitos
3Destino
6Ou voz do meu povo
14Sеja o que for será semprе um suspiro nanoite
6Um verso velhinho
6Vestido denovo
16Chamem-lhe grito de amor ou cantiga de amigo
3Destino
6Ou voz do passado
15Na noite de xailepreto a corda-se a fala
17E bate este meu coração quan do se canta o fado
14Canto de voz mari nheira a sós com mar alto
15Canto de amor e en ganos na voz da cidade
9Luz de can deia em ta bernas
9Foi luzde altar nas janelas
15Subiu doporão da noite ao convés da saudade
17E quando a andorinhase cala na asa da noi te
16Quandoas es trelas acordam e a terra descansa
10Junta-se a plebe aos fidalgos
8Ouvem-se vozes sem sono
17Que falam de queixas de amor mas também de esperança
14Chamem-lhe prece, pregão ou canto de aflitos
3Destino
6Ou voz do meu povo
16Seja o que for será sempre um suspiro na noite
6Um verso velhinho
6Vestido denovo
16Chamem-lhe grito de amor ou cantiga de amigo
3Destino
6Ou voz do passado
15Na noite de xailepreto a corda-se a fala
17E bate este meu coração quan do se canta o fado
16Chamem-lhe grito de amor ou cantiga de amigo
3Destino
6Ou voz do passado
15Na noite de xaile preto acorda-se a fala
17E bate este meu coração quando se canta ofado
17E bate este meu coração quando se canta ofado
16Quando a ternura
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6Ou voz do meu po
14Sеja o que for será semprе um suspiro na
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6Ou voz do pas
15Na noite de xaile preto acorda-se a fala
17E bate este meu coração quando se canta o
17E bate este meu coração quando se canta o