Carlos-do-carmo Voz Marinheira

Music Video

End rhyme Internal rhyme
16Quando a saudade nos fala e em nós se faz tarde
16Quando a ternura nos despe e os corpos se prendem
8Abrem-se luas antigas
9Vozes de sombra e de rosas
15Arde connosco esse canto que todos entendem
15Canto que nasce do peito e de mãos na guitarra
17Distância da lágrima ao riso na voz de vadios
9Canto de branco e mulato
8Canto do cais às colinas
17Distância do fundo da noite ao convés dos navios
14Chamem-lhe prece, pregão ou canto de aflitos
3Destino
6Ou voz do meu povo
14Sеja o que for será semprе um suspiro na noite
6Um verso velhinho
6Vestido de novo
16Chamem-lhe grito de amor ou cantiga de amigo
3Destino
6Ou voz do passado
15Na noite de xaile preto acorda-se a fala
17E bate este meu coração quando se canta o fado
14Canto de voz marinheira a sós com mar alto
15Canto de amor e enganos na voz da cidade
9Luz de candeia em tabernas
9Foi luz de altar nas janelas
15Subiu do porão da noite ao convés da saudade
17E quando a andorinha se cala na asa da noite
16Quando as estrelas acordam e a terra descansa
10Junta-se a plebe aos fidalgos
8Ouvem-se vozes sem sono
17Que falam de queixas de amor mas também de esperança
14Chamem-lhe prece, pregão ou canto de aflitos
3Destino
6Ou voz do meu povo
16Seja o que for será sempre um suspiro na noite
6Um verso velhinho
6Vestido de novo
16Chamem-lhe grito de amor ou cantiga de amigo
3Destino
6Ou voz do passado
15Na noite de xaile preto acorda-se a fala
17E bate este meu coração quando se canta o fado
16Chamem-lhe grito de amor ou cantiga de amigo
3Destino
6Ou voz do passado
15Na noite de xaile preto acorda-se a fala
17E bate este meu coração quando se canta o fado
17E bate este meu coração quando se canta o fado