Carlos-do-carmo Soneto A Cesario

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End rhyme Internal rhyme
13Se te encontrasse, agora, na paisagem
11Noturna dos fantasmas da cidade
11Contava-te dos nossos pobres versos
12No teu rasto de sombra e claridade
12Contava-te do frio que há em medir
14A distância entre as mãos e as estrelas
11Com lágrimas de pedra nos meus passos
14E um cansaço impossível de escondê-las
13Contava-te da nossa pobre história
11De desenhar na sombra das paredes
12E de tecer o destino que escolherеs
15De uma história de luas e dе esquinas
12Com retratos e flores da madrugada
10Ou da luz, da luz de anoitecer
13Se te encontrasse, agora, na paisagem
11Noturna dos fantasmas da cidade
11Contava-te dos nossos pobres versos
12No teu rasto de sombra e claridade
12Contava-te do frio que há em medir
14A distância entre as mãos e as estrelas
11Com lágrimas de pedra nos meus passos
14E um cansaço impossível de escondê-las
13Contava-te da nossa pobre história
11De desenhar na sombra das paredes
13E de tecer o destino que escolheres
15De uma história de luas e de esquinas
12Com retratos e flores da madrugada
10Ou da luz, da luz de anoitecer