Carlos-do-carmo Sonata De Outono

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End rhyme Internal rhyme
11Inverno não ainda, mas Outono
11A sonata que bate no meu peito
11Poeta distraído, cão sem dono
13Até na própria cama em que me deito
11Acordar é a forma de ter sono
13O presente, o pretérito imprefeito
13Mesmo eu de mim próprio me abandono
12Se o rigor que me devo, não respeito
10Morro de pé, mas morro devagar
11A vida é afinal o meu lugar
10E só acaba quando eu quiser
10Não me deixo ficar... não pode ser
10Peço meças ao sol, ao céu, ao mar
10Pois viver é também acontecer