3Amiga
13Abre também a tua voz e vem comigo
14Não cantaremos nunca mais o fado antigo
3Agora
13Em cadaverso há um homem que não chora
15E o fu turo é o sítio onde se mora
13Cantar éserumpás saro de esperança
12Poisadono olhar deumacriança
9Que de o lhar nunca se cansa
3Amiga
13Vou-te dizer palavras loiras como trigo
14Hoje cantar é aprender a estar contigo
3Agora
15Cada palavra tem o gosto de uma amora
16Que agente a panha e morde pela vi da fora
10Cantar é ter um sol dentro da voz
10E repar tir o sol por todos nós
8Cantar é nãoestarmos sós
3Amiga
13Vou-te bater com as palavrasao postigo
17Escuta o sentido das notícias queeu te digo
3Agora
15Cada canção terá a força de umaaurora
16Quea gente a cende e leva pe la vida fora
13Cantar é ser um pássaro de esperança
12Poisadono olhar de uma criança
9Quede olhar nunca se cansa
3Amiga
14Não tenhas medo do can saço ou do castigo
13A nossa voz dá-nos calor, dá-nos abrigo
3Ahora
16Éde mandar mos a saudade e o choro embora
13E noutro fadodesgarrar mos vida fora
13Abre também a tua voz e vem co
14Não cantaremos nunca mais o fado an
3
13Em cada
15
13Cantar é
12Poisadono olhar deuma
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3
13Vou-te di
14Hoje cantar é aprender a estar con
3
15Ca
16Que a
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10
8Cantar é não
3
13Vou-te bater com as palavras
17Escuta o sentido das notícias que
3
15Cada canção terá a força de uma
16Que
13Cantar é ser um pássaro de es
12Poisado
9Que
3
14Não tenhas me
13A nossa voz dá-nos calor, dá-
3A
16É
13E noutro fado