Carlos-do-carmo Novo Fado Alegre

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End rhyme Internal rhyme
3Amiga
13Abre também a tua voz e vem comigo
14Não cantaremos nunca mais o fado antigo
3Agora
13Em cada verso há um homem que não chora
15E o futuro é o sítio onde se mora
13Cantar éserumpássaro de esperança
12Poisadono olhar deuma criança
9Que de olhar nunca se cansa
3Amiga
13Vou-te dizer palavras loiras como trigo
14Hoje cantar é aprender a estar contigo
3Agora
15Cada palavra tem o gosto de uma amora
16Que a gente apanha e morde pela vida fora
10Cantar é ter um sol dentro da voz
10E repartir o sol por todos nós
8Cantar é não estarmos sós
3Amiga
13Vou-te bater com as palavras ao postigo
17Escuta o sentido das notícias que eu te digo
3Agora
15Cada canção terá a força de uma aurora
16Que a gente acende e leva pela vida fora
13Cantar é ser um pássaro de esperança
12Poisado no olhar de uma criança
9Que de olhar nunca se cansa
3Amiga
14Não tenhas medo do cansaço ou do castigo
13A nossa voz dá-nos calor, dá-nos abrigo
3A hora
16É de mandarmos a saudade e o choro embora
13E noutro fado desgarrarmos vida fora