11De manhã a vender na Avenida
17Ouà tarde nas ruas da Bai xa — está o cauteleiro
10Agritar que háhoras na vida
16À cartei ra de quenão tem pão porque não tem dinheiro
10Tantos contos que são a taluda
16Tantas notas sonhadas só e le as ati ra p'rò ar
11Já que a sorte da gente nãomuda
15Quetristeza termos de pensar is to vai a jogar !
9Quinzemil quatro centos e três
8Nove mil trezentos e dez
18Maso mal que o dinheiro nos fez durante a vida toda
9Amanhã não anda à roda !
11Um bilhete que sabea desgraça
16Uma vida passada à espera daterminação
10Mas o cauteleiroé que passa
16A má sortejogada no duro da a proximação
12A voz lenta apregoa a cautela
18Esperança louca de quem nunca teve umanota na mão
10Mas a sorte tambémtem com ela
16A mi séria de quem faz do jogo o seu ganha-pão
9Quinze milquatrocen tos e três
8Nove mil trezentos e dez
18Mas o mal queo di nheiro nos fez durante a vi da toda
9Amanhã não anda àroda !
9Quinze mil quatrocentos e três
8Nove miltrezen tos e dez
18Mas o mal queo di nheiro nos fez durante a vi da toda
9Amanhã não anda àroda !
17Ou
10A
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10Tantos contos que são a ta
16
11Já que a sorte da gente não
15Que
9Quinze
8Nove mil tre
18Mas
9Amanhã não an
11Um bilhete que sabe
16Uma vida passada à espera da
10Mas o cauteleiro
16A má sorte
12
18Esperança louca de quem nunca teve uma
10Mas a sorte também
16
9Quinze mil
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18Mas o mal que
9Amanhã não anda à
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18Mas o mal que
9Amanhã não anda à