Carlos-do-carmo Cancao De Vida

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End rhyme Internal rhyme
13Nascemos tão furiosamente sábios
7Dispensamos a razão
11Corremos com sorrisos nos lábios
11De encontro ao mundo em contramão
13Crescemos descortinando o nosso fado
8Desvendando a nossa voz
11Mantemos bem-acondicionado
9O fugitivo que há em nós
11E tu, tu que nem sempre me entendes
10Mas que tão bem sabes aconchegar
6Aquele que eu sou
13Talvez num breve instante, ao olhares-me
15Consigas simplesmente, sеm pudor, rever-te еm mim
12Às vezes nada nos pode causar medo
7Tudo corre de feição
11Reveses também constam no enredo
8Pois não há bela sem senão
14Mais tarde valorizamos a inocência
9E o que dela resta em nós
12Mais tarde temos plena consciência
10De que o final é sempre a sós
11E tu, tu que nem sempre me entendes
10Mas que tão bem sabes aconchegar
6Aquele que eu sou
12Talvez nalgum instante, ao olhares-me
15Consigas simplesmente, sem pudor, rever-te em mim
12Talvez de vez em quando, ao olhares-me
15Consigas simplesmente, sem pudor, rever-te em mim