Carlos-do-carmo A Memoria De Anarda

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12de novo a meus olhos aparecem
14A graça, o riso, as flores da alegria
11Já na minha teimosa fantasia
11Cuidados que velavam, adormecem
13Nascemos para amar! a humanidade
13Vai tarde ou cedo, aos laços da ternura
13Tu és doce atractivo; ó formusura
12Que encanta, que seduz, que presuade
13A frouxidão no amor, é uma ofensa
13Ofensa que se eleva a grau supremo
11Paixão requer paixão, fervor extremo
11Com extremo fervor se recompensa
12S um celeste poder, tirano e duro
12Às vezes, extorquisse as liberdades
12Que prestava, ó razão, teu lume puro?
11Não forçam corações, as divindades
13Fado amigo não há, nem fado escuro
11Fados, são as paixões, são as vontades