Capicua Vinho Velho Versao Acustica

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End rhyme Internal rhyme
[Bridge]

13Provo da tristeza como um vinho velho
19E mesmo assim eu espero não partir o espelho. E digo
10Que confio no teu bom conselho
22Mas se for preciso ainda consigo esmurrar um joelho. E sigo
[Verso 1]

10Sinal vermelho é verde tinto
16Se o meu instinto me diz que sim, sigo o que sinto
11E nem por isso serei impulsiva
15Posso ser tão optimista que até Deus duvida
11Só desisto quando há fumo branco
14Até à solução pondero até à cisma
12Eu ultrapasso a lebre num instante
12Na competição sou tartaruga ninja
[Refrão]

15Como uma esfinge, eu fingo que sou de pedra
7Que sou dura na queda
8Mas a perda eu evito
14E como a vida é como a tal caverna
21Nesta alegoria eu queria ter uma laterna e um livro
[Verso 2]

13Para ser livre é preciso ter coragem
17Muitas vezes sou cobarde e suavizo na dosagem
16Com o eufemismo na boca, sou felino na toca
16Evitando uma troca de olhar, e não se nota
16Que me esquivo do conflito, que finto a rotura
19Eu não domino o desapego e cedo ao peso da culpa
15Para mim é tortura ter de partir um coração
18Para ser mulher madura ainda me falta aventura
7E saber dizer que não
8Não. Eu não sei dizer que não

[Bridge]

14Eu provo da tristeza como um vinho velho
19E mesmo assim eu espero não partir o espelho. E digo
10Que confio no teu bom conselho
22Mas se for preciso ainda consigo esmurrar um joelho. E sigo
[Refrão]

15Como uma esfinge eu fingo que sou de pedra
15Que sou dura na queda, mas a perda eu evito
14E como a vida é como a tal caverna
21Nesta alegoria eu queria ter uma lanterna e um livro
[Verso 3]

12O vinho velho, o tabaco cubano
14O meu pai e o mano, a Teresa e a mãe
12A tua barba, a cama e a carta
15As palavras da Marta e toda a gente que vem
14Para ver no palco, o que digo bem alto e
15Quando os vejo espanto este medo que tenho
8E o papel perfumado
14Com que tenho forrado a gaveta do quarto
7Onde guardo o além
15Uma foto do bicho, um vestido e um livro
17Um relógio e aquilo que tenho escrito também
[Bridge]

14Eu provo da tristeza como um vinho velho
19E mesmo assim eu espero não partir o espelho. E digo
10Que confio no teu bom conselho
22Mas se for preciso ainda consigo esmurrar um joelho. E sigo

[Refrão x2]

15Como uma esfinge eu fingo que sou de pedra
15Que sou dura na queda, mas a perda eu evito
14E como a vida é como a tal caverna
21Nesta alegoria eu queria ter uma lanterna e um livro