[Verso 1]
17Rabis
co, escrevo, risco, rasuro, revisto, in
sisto
18Rascu
nho e revejo isto, po
nho seta e aste
risco
18Faço pausa, cri
o lista, ponho em causa, gravo a
pista
19Se é grossa, não é vista, faço a ronda à minha es
crita
16O
beat é do Pree
mo, pratico
o que não do
mino
20Refi
no o estilo e compito comigo, enquanto dou
mimo
18Canto frases como contos de fadas, eu faço malas
a Mc's
16E como magas as barras estendem as asas em bis
14Eu ganho e
nunca por um triz, eu treino fin
tas
15Arra
nho mas não escrevo a giz, eu troco tin
tas
16Faço minhas as
palavras todas, bodas são de
prata
13Te
nho 25 anos, ainda sou uma gai
ata
18Apanho fardas com os seus
aromas, a moca é ba
rata
18Não me ralo com os
sintomas,
mas acho que tou vici
ada
19Agarrada à rima como
a uma granada destra
vada
19A
tiro lá de
cima e vejo a
cidade incendi
ada...
18É fogo
de artifício, mi
nha arte, meu ofí
cio
18Já te disse que é um vício mas não faço caso
disso!
17Só me concentro no verso,
como uma reza sem
terço
18Reverto vol
to ao começo, só para
ver se eu mereço
17O segui
mento do salmo, tá salvo mas não me a
calmo
16O
meu alvo é mais um palmo
do texto que de
clamo....
[Refrão x2]
13Sou tipo Rambo o meu ramo é a luta
13Chama-me Carmen porque eu man
do na fruta
14Bananas são
paus mandados à mi
nha batuta
16Escuta...não admito batota no meu
kamasutra!
15(À
volta da minha saia Mc's entram
em órbita
16É rap fat que mata tipo obesida
de mórbida!)