Capicua Naufragio

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6Naufrágio Lyrics
17Apareceste do nada quando eu menos esperava
16Já não acreditava, vir a amar e ser amada
12Sim, a vida voltou a sorrir para mim
16Dá-se a mudança, dá-se o início e o fim
7Por amor, por vontade
9Paguei um preço elevado
15Nunca me arrependi de me ter apaixonado
15Mereci o teu sorriso por sempre lhe dar valor
10Em tua casa fiz um lar dando
16O meu calor, a ótica e atitude na vida
20Era igual valorizavas o que eu considero essencial
16Havia atracão carnal e estimulação mental
16Fazias-me aproveitar todo o meu potencial
14Quanto mais me conhecias, mais gostavas de mim
13Fazias-me crer que era bom eu ser assim
12Cresci contigo, tornei-me alguém melhor
15Sentia que podia mudar tudo ao meu redor
15Cheguei a cantar que era grande o nosso amor
14Gritei a quatro ventos entre lágrimas, suor
15Até quando o cinzeiro cai ao chão e não parte
16Porque é posto, há prova sempre em toda a parte
13Até quando vale a pena acreditar
15Que o que nos é exterior nós podemos mudar
13Até quando vale a pena acreditar
15Que o que nos é exterior nós podemos mudar
7Abre os olhos e vê
7Levanta-te e anda
16Sai fora do naufrágio que o coração comanda
14Liberta a tua luz deixa que se expanda
16Não é possível equilíbrio nessa corda bamba
7Abre os olhos e vê
7Levanta-te e anda
16Sai fora do naufrágio que o coração comanda
14Liberta a tua luz deixa que se expanda
16Não é possível equilíbrio nessa corda bamba
7De viver assim, de mim
10Já estava farta gritei basta
16Amar-te afasta quem para o fundo te arrasta
19Mesmo que acabe contigo, que a vida perca o sentido
16Prova a ti própria que és dona do teu destino
14Como o amor nos faz negar ver a verdade
14É capaz de nos roubar a paz, a liberdade
15Como nos faz carregar uma cruz que não é nossa
15Como em dez meses uma vida ele destroça
16Perdi o equilíbrio, quase destruí a vida
14A dedicar-me a 100% a uma causa perdida
15Convencida que o amor seria a salvação
17Aguentei o degredo em segredo até à exaustão
13Em vão, dei tudo o que tinha só p'ra ver bem
15Hoje sei que não dependia de mim nem de ninguém
13Fui além do que me era permitido ir
18Até que um dia reparei o quanto era raro sorrir
12Autodestruição de quem amava tanto
13A impotência perante o seu pranto
15Tornei-me uma sombra, um cinto de segurança
17Até que um dia morreu tudo, até a esperança
12Naquele inverno que não acabava
13Naquele inferno que aos poucos queimava
12Não guardo culpa, nem arrependimento
17Pesou menos a alegria do que pesou o tormento
7Abre os olhos e vê
7Levanta-te e anda
16Sai fora do naufrágio que o coração comanda
14Liberta a tua luz deixa que se expanda
16Não é possível equilíbrio nessa corda bamba
7Abre os olhos e vê
7Levanta-te e anda
16Sai fora do naufrágio que o coração comanda
14Liberta a tua luz deixa que se expanda
16Não é possível equilíbrio nessa corda bamba
13Não tenho rancor agradeço o teu amor
14Não te desprezo mas não quero mais a tua dor
14Não me revolto contigo, mas com esta vida
8Que para ti foi madrasta
7Não te mostra saída
15Não te esqueças que tu és luz, força e coragem
15Só depende de ti atravessar p'ra esta margem
18Onde ainda estamos vivos, não vivemos perseguidos
17Apreciamos a pureza dos nossos cinco sentidos
14Ser bravo não implica nunca dormir com medo
17Mas ultrapassá-lo rasgando as malhas deste enredo
14Ser bravo não implica nunca dormir com medo
17Mas ultrapassá-lo rasgando as malhas deste enredo
7Abre os olhos e vê
7Levanta-te e anda
16Sai fora do naufrágio que o coração comanda
14Liberta a tua luz deixa que se expanda
16Não é possível equilíbrio nessa corda bamba
7Abre os olhos e vê
7Levanta-te e anda
16Sai fora do naufrágio que o coração comanda
14Liberta a tua luz deixa que se expanda
16Não é possível equilíbrio nessa corda bamba
7Abre os olhos e vê
7Levanta-te e anda
16Sai fora do naufrágio que o coração comanda
14Liberta a tua luz deixa que se expanda
16Não é possível equilíbrio nessa corda bamba
7Abre os olhos e vê
7Levanta-te e anda
16Sai fora do naufrágio que o coração comanda
14Liberta a tua luz deixa que se expanda
16Não é possível equilíbrio nessa corda bamba
7Abre os olhos e vê
7Levanta-te e anda
16Sai fora do naufrágio que o coração comanda
14Liberta a tua luz deixa que se expanda
16Não é possível equilíbrio nessa corda bamba
7Abre os olhos e vê
7Levanta-te e anda
16Não é possível equilíbrio nessa corda bamba
85(As palavras são como um cristal, as palavras. Algumas, um punhal, um incêndio. Outras, orvalho apenas. Secretas vêm, cheias de memória. Inseguras navegam: barcos ou beijos, as águas estremecem. Desamparadas, inocentes, leves. Tecidas são de luz e são a noite
41E mesmo pálidas, verdes paraísos lembram ainda. Quem as escuta? Quem as recolhe, assim, cruéis, desfeitas, nas suas conchas puras?)