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End rhyme Internal rhyme
[Verso]

17A revolução é como a Primavera, regenera
19A nossa revolução aconteceu na Primavera, pudera
12A nossa revolução tem nome de flor
15E toda a flor quer ser floresta, foi uma festa
14As ervas daninhas deixaram de ser pisadas
14As aves canoras deixaram de ser caladas
15As vinhas encheram mais copos para brindar à paz
8E fazer dançar os corpos
14As searas de trigo passaram a dar mais pão
8Partilhado de mão em mão
15Porque aquela fome de cão outra vez, nem mortos
18Mas passada a Primavera, chegados à maturidade
18Cientes do que nos espera perante a calamidade
17Diante do longo inverno, no calor de mil infernos
19Diante da fúria dos elementos destes tempos incertos
20Haverá outra causa tão urgente como a sobrevivência?
20Chegados aqui, conscientes, munidos de toda a ciência
20Haverá outra coisa mais premente do que salvar toda a gente
12Do que a nossa mera existência?