Black-company Imperio Da Calcada

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End rhyme Internal rhyme
[Intro]

6Yeah, yeah, yeah
[?]

3Check it out
[Verso 1: Gutto]

15Eu tenho bad karma disse avó quando eu nasci
13Até aos 5 conhecido bebe que não sorri
12É verdade, podes pôr as mãos no fogo
18Esquece tudo o resto a vida aqui não é um jogo
14Desde logo cedo aprendi a sobreviver
13Antes de viver me ensinaram a morrer
16Ainda sinto o cheiro daquela maldita casa
19E desde tenra idade que o Natal é uma grande farsa
13Hoje em dia a minha casa é o chão
14E é no lixo que encontro alimentação
15O people passa e olha como se fosse um bicho
16Sou vagabundo, meu amor é o caixote de lixo
13O meu orgulho não tem lugar neste mundo
16E a vergonha é um tesouro que guardo bem fundo
15E passo dias à espera que o dia passe
16Passo a noite à espera que a morte me cace
17Ainda sou jovem mas o meu espírito envelheceu
16E tudo o que possuo foi o ódio que me deu
14Eu tenho esquemas, sistemas pra vos enganar
14Sou filho da guerra sabes onde me encontrar

[Refrão]

4Filho [?] (Nada)
11Vivo no império da calçada
4Filho [?] (Nada)
11Vivo no império da calçada
4Filho [?] (Nada)
11Vivo no império da calçada
4Filho [?] (Nada)
11Vivo no império da calçada
[Verso 2: Bambino, Gutto & Macklas]

11Black Company 97' que a mensagem fica no ar
14Aqui o madniggaz representin a confirmar
8Eu escuto-os sem pensão
7Que caia na tentação
8Muitas vezes são uma mão
7Uma mão, mão amiga
7But the mind on the trigger
5Ready to pull the-
8Pronto para outra briga
9O karma assim o obriga
10Quando acontece façam figa
11Dupla figa, controla a missiva
17Se aqui fosse os tais estaria na parte criminal
12Daquele jornal chamado Sun como não
23Roubo os putos brancos de banco em banco à procura de alguma coisa
14Watch your fucking back nos passeios a Lisboa
6Ya, grandes fezadas (
7Carteiras recheadas
)
8Era o que se passava (
10Quando catavam algumas velhas
)
13Abre a pestana, não estejas a dormir
14O facto é real e não te vejo a sorrir

[Verso 3: Macklas]

11Os anos vão passando vou crescendo
8Aumenta o sofrimento
26Só me fuderam o tempo, meu único alimento é uma angustia ardente
16E para lavar a boca aqui não há pepsodente
20Despejo e humilhação isso eu recebo de toda a gente
17O sítio onde vivo é onde cago, onde mijo
11Os meus amigos deitam-se com fome
23Levantam-se com fome, quando surge uma fezada roubam o mais que pode
9'Tá-se bem, aqui não há chibos
15O nosso destino de antemão já é sabido
16Ficar no mesmo sítio ou então atrás das grades
15De olhos bem abertos desde sempre na verdade
9Não há nada que me escape
12Makkas é o meu nome e eu prossigo
14Na estrada do estrilho, mantenho-me vivo
15Sou filho do destino nada tenho a recear
13Dá-me uma arma, eu atiro a matar
[Refrão]

4Filho [?] (Nada)
11Vivo no império da calçada
4Filho [?] (Nada)
11Vivo no império da calçada
4Filho [?] (Nada)
11Vivo no império da calçada
4Filho [?] (Nada)
11Vivo no império da calçada