12Ei, senhor meu rei do tamborim, do ganzá
13Cante um cantar, forme um repente pra mim
17Aqui,Nordeste , um país de esquecidos, humilhados
12Ofendidos e sem direito ao porvir
13Aqui, Nordeste, Sul-América do sono...
17No reino do abandono, não há lugar para onde ir
12De Nashville pro sertão (se engane, não)
12Tem muito chão , tem meu irmão, muito baião
13E, em New Orleans,bandos de negros afins
10Tocam em bandas,banjos, ban dolins
7Onde "jazz" meu coração
12Em mim, des se canto da qui, lugar comum
10Como no assum, azul de preto
8Ocanto e que faz cantar
18Cresce e a parece em minha vida , e eu me renovo
17Nocanto, o pio do povo. Pio , é preciso piar
12A Minha voz, rara taquara rachada
10Vem soul blues, do pó da estrada
10E conta o que a vida convém
13Vem direi tinha, da garganta desbocada
10Mastigando inhame, inhame
7Cheinha de nhem-nhem-nhem
13Cante um cantar, forme um repente pra mim
17Aqui,
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13Aqui, Nordeste, Sul-América do sono...
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12De Nashville pro sertão (se engane, não)
12
13E, em New Orleans,
10Tocam em bandas,
7Onde "jazz" meu coração
12
10Como no assum, azul de preto
8O
18Cres
17No
12A Minha voz, rara taquara rachada
10Vem soul blues, do pó da estrada
10E conta o que a vida convém
13
10Mastigando inhame, inhame
7Cheinha de nhem-nhem-nhem