[Verso]
23Só sou
mais um discípulo, aspirante ao titulo de Buda revol
tado
12Se trata de espí
rito ele
vado
19Quando
falo que minha música
chegará em outro es
tado
9Dis
puta de ego in
flado
20Animais ce
gos almejando o to
po e temen
do a estrada
12Alma enganada, carne estra
gada
12Estou
em uma fábula de E
sopo
23Onde o burro é como o vento que fala, faz ba
rulho, mas não diz
nada
20O es
cudo de A
quiles dispensa espada, Excalibur mal amo
lada
16Exu
do Blues, me recompus,
queimei a encru
zilhada
16Não me
enquadro a nada, não
me enquadro a
nada
19Meu renascimento não
será em um quadro,
será numa
praga
17Desde o tempo da acró
poles várias metrópoles
16Cosmopo
lita virarás cosmo vindo
da escrita
20Es
cribas doem nos
sas memórias e na sua ora
tória
18Sou
o que coexiste
nas parábolas e para
bólicas
13Morte simbóli
ca, moral da his
tória
18So
mos o renascimen
to da poesi
a de escória
18So
mos o renascimen
to da poesi
a de escória