B-fachada Joana Transmontana

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16Joana Transmontana tu não dás descanso à terra
18Dumas grutas lá na serra tens tu histórias para contar
17Da cidade só trouxeste chagas fundas de miséria
18Mas com fama de galdéria estás na calha para casar
14Com tanta gente que passou pela tal Joana
14Cadê poetas para cantar a transmontana
16Joana Transmontana já não queres estar com ninguém
14E dos tempos de Belém não te deixas perguntar
18Nas colónias de Lisboa ser pessoa é compromisso
18E como sabes pouco disso voltaste para humanizar
14Com tanta gente que passou pela tal Joana
14Cadê poetas para cantar a transmontana
19Antes estar com fome aqui que em Lisboa a lavar pratos
16Trocar um milhão de putos por cinquenta velhos chatos
14Fugi dos brutos de lá sem medos nem sapatos
16Nem sapatos, nem sapatos, nem sapatos, nem sapatos
15Joana Transmontana não te queriam namorar
15Tinhas vindo lá da terra das peneiras por tratar
17Mas depois de uns poucos meses de te verem funcionar
18Conseguiste o aval das velhas e moços para passear
14Com tanta gente que passou pela tal Joana
14Cadê poetas para cantar a transmontana
15Joana, oh Joana, se tu tinhas aqui vida
16Porque foste de fugida logo em primeiro lugar
18E com isto eu só pergunto se Miranda é tão mais lindo
16Do que a capital fingindo que tu não nos vais faltar
14Com tanta gente que passou pela tal Joana
14Cadê poetas para cantar a transmontana
19Antes estar com fome aqui que em Lisboa a lavar pratos
16Trocar um milhão de putos por cinquenta velhos chatos
14Fugi dos brutos de lá sem medos nem sapatos
16Nem sapatos, nem sapatos, nem sapatos, nem sapatos