[Verso 1]
14Só me mos
travas discos do Sérgio Go
dinho
18Domi
navas o glossário daquele ver
so irregular
16Para o san
tuário tra
zias moços e
vinho
17Vinhas com a
viola ao ombro para
poderem cantar
13A liberdade está a passar por
aqui
14E agora
é hora de eu te a dar
a ti
16Pedi-te a viola fa
lei-te na mi
nha escola
14Que é nula e não rula a não ser pa
ra mim
9E prepa
rei-me pa ra
cantar
15Pus o capo no
lugar fiz questão de me le
vantar
14Dei
corda a unha dei
corda à composi
ção
14Mesmo sabendo
que tu não gostavas da can
ção
[Refrão]
14Eu também sei
escrever pa
ra te cantar assim
14Com o verso enfim
quebrado quase falado
14Eu também sei escrever pa
ra te cantar assim
19Com medo de guardar
segredo quando o verso
é mal cantado
[Verso 2]
14Senti-te
a falta quando se
guiste caminho
18A
cama fria o meu cantinho a ver a solidão
ficar
11No quarto a vio
la de fininho
15Vai guardando
cada letra que eu recuso
cantar
12E a liberdade
já passou por
aqui
16Mas estava mal ensi
nada quis salvar-te só a ti
16Pediu-me a viola
para eu lhe
passar a bola
17A vida
crua de rua estava a levar-me ao fim
18Não tendo nada
para dizer pus a cadên
cia a tocar
7Deixei
o fado falar
14Dei corda
à unha dei unha à corda solta
15Canções hão-de sair mesmo sem te trazer de volta~
[Refrão]
14Eu também sei
escrever pa
ra te cantar assim
14Com o verso enfim
quebrado quase falado
14Eu também sei escrever pa
ra te cantar assim
19Com medo de guardar
segredo quando o verso
é mal cantado
14Eu também sei
escrever pa
ra te cantar assim
14Com o verso enfim quebrado
quase falado
14Eu também sei escrever pa
ra te cantar assim
19Com medo de guardar segredo quando o verso é mal cantado