12Ai o meu pobre filho, que rico que é
12Ai o meu rico filho, que pobreque é
8Nascidos do mesmoventre
15Um vive de joelhos pró outro passar àfrente
16E esta velha mãe para aqui já no sol poente
12Um dia há muito tempo, vi-ospartir
12Levando cada um do outro o porvir
10Seguirampela es trada fora
17Um voltou -se para trás , disse adeus que me vou embora
15Voltaremos trazendo connos co a vitóri a
13De que vitóriafalas , disse eu então
11Daque faz um escravo do teu irmão ?
9Ou duma outra que rebenta
17Como um rio defúria no peito feito tormenta
14Quando não hánada a perder no que se tenta ?
11Passaram mui tos anos sem mais saber
11Nem por onde passavam, nem sepor ter
9Criado os dois no mesmo chão
16Eram ain da irmãos , partilhavam ain da o pão
17E o silêncio enchia de morte o meu coração
13Depois vi eram novas que o que vivia
14Da miséria do outro, se enriquecia
9Não foi para isto queandei
14Dias que fo ram longos e noites que não contei
12A lutarp'ra ter a jus tiça como lei
12Àsvezes ro go pragas de os ver assim
12Sinto assim uma faca dentro de mim
10Seique estou velha e doente
16Mas para ver o mundo girar de modo diferente
14Ainda seigritar, e arreganhar o dente
14Estouquase a ir embora, mas deixo aqui
12Duas pala vras p'ra um filho que perdi
8Não quero dar-te conselhos
18Mas seé teu próprio irmão que te faz viver de joelhos
13Doaa quem doer, faz o que tens a fazer
12Ai o meu rico filho, que pobre
8Nascidos do mesmo
15Um vive de joelhos pró outro passar à
16E esta ve
12Um dia há muito tempo, vi-os
12Le
10Seguiram
17
15Voltaremos trazen
13De que vitória
11Da
9Ou duma outra que re
17Como um rio de
14Quando não há
11Pas
11Nem por onde passavam, nem se
9Criado os dois no mes
16E
17E o silêncio enchi
13
14Da miséria do outro, se enrique
9Não foi para isto que
14
12A lutar
12Às
12Sin
10Sei
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14Ainda sei
14Estou
12Du
8Não quero dar-te con
18Mas se
13Doa