Ana-moura Vinte Vinte Pranto

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End rhyme Internal rhyme
11Vi o amor no mais doce lamento
11Vi uma flor a bailar com o vento
14Vi na areia o barco onde tu vieste
13E a tua boca de amora silvestre
7Ai porque vejo tanto
10Ai quero arrancar este pranto
13Vi a minha vida na boca de um lobo
13Vi a despedida no bico de um corvo
14Vi na areia o barco onde tu vieste
13E a tua boca de amora silvestre
7O vinte que eu quero
10Não é o tempo que eu espero
8E não é "eu tento se der"
9E o pensamento a tolher
8E não é o vento sequer
7A bater noutra mulher
17E não é a filha de um pai a pôr uma mãe a morrer
12Visão vinte vinte com vinte no teste
13Detestado na tuga, carinha de peste
14Pano na cabeça e boa veste, Isabel
12Silvestre do Sul, não sei quem me enceste
7Eu juro eu vejo bem
12Eu via-te nos barcos a chorar também
7Eu juro eu beijo bem
15Mas o beijo que era teu, eu não dou a mais ninguém
7Ai porque vejo tanto
10Ai quero arrancar este pranto
7Ai porque vejo tanto
10Ai quero arrancar este pranto