13As mágoas não me doem, não são mágoas
11No plano da minh'alma já não moram
13Se as á guas se evaporam, não são águas
12São etéreas lem branças do que foram
12O pranto que então frágil não contive
10Do cimo dos meus olhos se lançou
11Que de tanto chorarnão mais o tive
12Nem a última das lágrimas me ficou
14Não deitei fora asdores, mas hoje trago-as
11À beira do meu ser de ti deserto
12O que vês nos meusolhos não são mágoas
11São penas dum amorque não deu cer to
12O que vês nos meusolhos não são mágoas
11São penas dum amorque não deu cer to
14Não deitei fora asdores, mas hoje trago-as
11À beira do meu ser de ti deserto
12O que vês nos meusolhos não são mágoas
11São penas dum amorque não deu cer to
12O que vês nos meusolhos não são mágoas
11São penas dum amorque não deu cer to
11
13
12São eté
12O pranto que então frá
10Do cimo dos meus olhos se lançou
11Que de tanto chorar
12Nem a última das lá
14Não deitei fora as
11
12O que vês nos meus
11São penas dum amor
12O que vês nos meus
11São penas dum amor
14Não deitei fora as
11
12O que vês nos meus
11São penas dum amor
12O que vês nos meus
11São penas dum amor