Ana-moura Ao Poeta Perguntei

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End rhyme Internal rhyme
13Como é que os versos assim aparecem
8Disse-me só, eu cá não sei
9São coisas que me acontecem
7Sei que nos versos que fiz
10Vivem motivos dos mais diversos
9E também sei que sendo feliz
10Não saberia fazer os versos
5Oh! meu amigo
9Não penses que a poesia
17É só a caligrafia num perfeito alinhamento
12As rimas são, assim como o coração
15Em que cada pulsação nos recorda sofrimento
13E nos meus versos pode não haver medida
15Mas o que há sempre, são coisas da própria vida
8Fiz versos como faz dia
9A luz do sol sempre ao nascer
11Eu fiz os versos porque os fazia
7Sem me lembrar dos fazer
10Como a expressão e os jeitos
11Que para cantar se vão dando à voz
10Todos os versos andam já feitos
9De brincadeira dentro de nós
5Oh! meu amigo
...
13Assim amigo já vez que a poesia
16Não é só caligrafia, são coisas do sentimento