15Sei que os dias hão de dar -me a paz que eu quero
13Seique as ho ras hão de ser me nos pesadas
13E que as noites em se creto desespero
12Hãode ser re cordações, águas passadas
13E que as noites em se creto desespero
12Hãode ser re cordações, águas passadas
13Sei que tudotem um fim , e o fim de tudo
11É otudo que me resta por viver
15E o teu olhar inqui eto, onde me iludo
13É o desvio da minh'alma a se perder
15E o teu olhar inqui eto, onde me iludo
13É o desvio da minh'alma a se perder
12Sei que sempre que te sei emoutros braços
14Há um punhal a atravessartodo o meu ser
13Os meus olhos a alongarem -se num traço
14Sãoo espe lho da minh’alma a não querer ver
13Os meus olhos a alongarem-se num traço
14Sãoo espe lho da minh’alma a não querer ver
15Sei no en tanto, que há uma luz no horizonte
14Que antevejo, en tre lágrimas resignadas
19Que esta his tória , seja a história onde se conte
14O que um di a em mim serão águas passadas
19Que esta his tória , seja a história onde se conte
14O que um di a em mim serão águas passadas
5Águas passadas
13Sei
13E que as noi
12Hão
13E que as noi
12Hão
13Sei que tudo
11É o
15E o teu o
13É o desvio da minh'al
15E o teu o
13É o desvio da minh
12Sei que sempre que te sei em
14Há um punhal a atravessar
13Os meus olhos a a
14São
13Os meus olhos a alongarem-
14São
15
14Que ante
19
14
19
14
5Águas passadas