[Verso 1]
15Quan
do uma estrela cai,
no escurão da
noite
13E um violeiro to
ca suas mágoas
17Então os "
óio" dos bichos, vão
ficando iluminados
17Re
brilham neles estrelas de um sertão
enluarado
[Verso 2]
16Quando um amor termi
na, perdido numa es
quina
12E um violeiro toca sua
sina
17Então os "ói
o" dos bichos, vão ficando en triste
cidos
16Rebrilham neles lembranças dos amo
res esque
cidos
[Verso 3]
16Quando um amor começa, nossa
alegria chama
13E um violeiro toca em nossa
cama
16Então os "óio" dos
bichos, são os olhos de quem
ama
17Pois a
natureza é
isso, sem medo, nem dó, nem
drama
[Refrão]
18Tu
do é sertão, tu
do é paixão, se o violeiro
toca
16A viola, o vio
leiro e o amor se
tocam...
18Tudo é sertão,
tudo é pai
xão, se o violeiro
toca
16A viola, o vio
leiro e o amor se
tocam...
[Verso 3]
16Quando um amor começa, nossa
alegria chama
13E um violeiro toca em nossa
cama
16Então os "óio" dos
bichos, são os olhos de quem
ama
17Pois a
natureza é
isso, sem medo, nem dó, nem
drama
[Refrão]
18Tu
do é sertão, tu
do é paixão, se o violeiro
toca
16A viola, o vio
leiro e o amor se
tocam...
18Tudo é sertão,
tudo é pai
xão, se o violeiro
toca
16A viola, o vio
leiro e o amor se
tocam...