Almir-sater Portao Preto

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End rhyme Internal rhyme
14Lá ia eu viajando pra mais de semana
15Numa estrada de chão indo pra Aquidauana
13Lua cheia no céu, entre nuvens de bronze
13Tempestade cruel, já não vinha tão longe
16Deu meia noite lá ia eu atrás de algum canto
14Onde pudesse ao menos não me molhar tanto
14Foi então que avistei, quase que por encanto
15Um portão todo preto e uma dama de branco
15Em sua simples morada, pediu que eu entrasse
14Ficasse еssa noite até que a chuva passe
6Falou com jеitinho
15Depois daquele instante eu só lembro do vinho
12Das mais loucas danças e certos carinhos
6Grudou na lembrança
16Não sei se foi sonho ou se foi esse tal de quebranto
16Só sei que acordei ensopado sentado num banco
13Sob a velha figueira que está pra cair
17De uma curva qualquer na velha estrada dos Buritis
13Sob a velha figueira que está pra cair
17De uma curva qualquer na velha estrada dos Buritis
12A velha figueira que está pra cair
16Numa curva qualquer na velha estrada dos Buritis
7Sob a velha figueira