14Na ma drugada e eu na beira da estrada
14Alua chei a e minguada e de repente
18Apa receu um cavaleiro de bota e chapéu de couro
9Me lembrandoo velho mouro
10E lá fiquemosele e mais eu
12Cruzou ospés, apiou do seu cavalo
17Deixoua rédia num talo de uma roseira sem flor
15Diz que segui a pelo mundo soli tário e
13Quebrava todo galho apartando a dor
6Quem não ouviu falar
6Quem não quis conhecer
15Aquele cavaleiro que vivepelas fronteiras
10Divulgando a reza bravado
7Capimde ribanceira
12Enquanto o bule decafé bulia
15A brasa da fo gueira refletia o seu olhar
20Eu pude ver que e le sabia coisa até do outro mundo e
16Essa noite eu fui aluno do seuestranho poder
17Com sete pontas de umarama tre padeira e uma
8Arrudae a piteira
8O meu corpo ele tocou
15Naquele instante me bateu uma zonzeira e
15Duma tosse cuspideira o velhinho me livrou
7E quemnão ouviu falar
6Quemnão quis conhecer
15Aquele cavaleiro que vivepela fronteira
10Divulgando a reza brava do
7Capimde ribanceira
14A
18
9Me lembrando
10E lá fiquemos
12Cruzou os
17Deixou
15
13Quebrava todo galho a
6Quem não ouviu fa
6
15Aquele cavaleiro que vive
10Divulgando a reza brava
7Capim
12Enquanto o bule de
15
20Eu pu
16Essa noite eu fui aluno do seu
17Com sete pontas de uma
8Arruda
8O meu cor
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15Duma tosse cuspideira o ve
7E quem
6Quem
15Aquele cavaleiro que vive
10Divul
7Capim