Aldina-duarte Refugio Fado Ferreira

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End rhyme Internal rhyme
9Passa-se o tempo a correr
8Enquanto a vida deixar
9Esperaremos como sempre
8Que alguém os venha salvar
9Numa casa abandonada
8Onde há morte sem chorar
8Do que foi não ficou nada
9Para quem parte e quer ficar
4Não há ninguém
8Na solidão dos meus passos
10E pouco a pouco os abraços
9São a cruz do dia escuro
4Virá alguém
9Matar de vez estas mágoas
9Caminhando sobre as águas
9Sem passado e sem futuro
10Que o mar da nossa incerteza
9Seja a força que nos cega
9Quando a terra nos despreza
11E o céu nega a nossa entrega
8No embalo da canoa
8Adormecem desvalidos
8No som das ondas à toa
8A voz dos corpos vencidos
4Não há ninguém
8Na solidão dos meus passos
10E pouco a pouco os abraços
9São a cruz do dia escuro
4Virá alguém
9Matar de vez estas mágoas
9Caminhando sobre as águas
9Sem passado e sem futuro
4Virá alguém
9Matar de vez estas mágoas
9Caminhando sobre as águas
9Sem passado e sem futuro