Aldina-duarte Branca Branca

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End rhyme Internal rhyme
9À deriva pela estrada
9Muito branca e embalada
9Na cadência dos seus passos
8Vai uma sombra cansada
8Tão branca, sem dizer nada
8Com um fantasma nos braços
9Cheia de medo e de frio
8Entrou no salão vazio
10Do palácio abandonado
6O grande tecto ruiu
6O candelabro caiu
8Em chamas, o cortinado
9No palácio destruído
8Ficou, no vitral partido
11Uma sombra a ver-se ao espelho
8E no chão enegrecido
9Um fantasma adormecido
9Sobre o tapete vermelho
9Da terra, em volta, queimada
10Nasce uma rosa encarnada
10Que ao passar, o vento arranca
8Pelo vento desfolhada
9Desfaz-se, branca, na estrada
8Branca, branca, ah! Tão branca