Aldina-duarte Barro Divino

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End rhyme Internal rhyme
11Mesmo nas horas felizes, se as há
9Alguma coisa é proibida
11Posse impossível, distante, que dá
10Sentido diferente à vida
13O insaciável que existe na gente
9Domina a nossa vontade
12Triste final duma crença diferente
10Diferente da felicidade
12E sem saber até onde, o destino
7É ou não o que se quer
11Somos a lama de barro divino
7Que cada um julga ser
12Na minha voz a cantar, corre o pranto
8Dum ser que não se entendeu
13E assim procuro encontrar o encanto
9Que a vida para mim perdeu
11A revoltante maldade duns poucos
12Espalha o ódio à sua volta
12E faz da terra um inferno de loucos
9Onde a razão se revolta
13Pois quer se acredite ou não no destino
8Todos seremos sem querer
11Simples poeira de barro divino
7Que cada um julga ser