Aldina-duarte A Porta Da Vida

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End rhyme Internal rhyme
8Bati à porta da vida
7Rasguei os ossos da mão
7Fugi de cães a ladrar
8Fui muitas vezes vencida
7Deixei um rasto no chão
7Mas não deixei de cantar
8Fui muitas vezes vencida
7Deixei um rasto no chão
7Mas não deixei de cantar
8Bati à porta da vida
8Sequei a cara nas mangas
7Virei os olhos ao céu
10Dei-me ao fado assim vestida
9De amor, ciúmes e zangas
8Porque este fado sou eu
10Dei-me ao fado assim vestida
9De amor, ciúmes e zangas
8Porque este fado sou eu
8Nenhuma faca me corta
7Perdi o medo do mar
8Levei o mar de vencida
8Encontrei a minha porta
7Nunca deixei de cantar
9E moro à porta da vida!
8Encontrei a minha porta
7Nunca deixei de cantar
9E moro à porta da vida!