Alcione Morte De Um Poeta

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End rhyme Internal rhyme
4Silêncio
9Morreu um poeta no morro
9Num velho barraco sem forro
8Tem cheiro de choro no ar
12Mas choro que tem bandolim e viola
10Pois ele falou lá na escola
9Que o samba não pode parar
12Por isso meu povo no seu desalento
10Começa a cantar samba lento
9Que é jeito da gente rezar
8E dizer que a dor doeu
9Que o poeta adormeceu
8Como um passaro cantor
8Quando vem no entardecer
7Acho que nem é morrer
4Silêncio
9Mais um cavaquinho vadio
9Ficou sem acordes, vazio
9Deixado num canto de um bar
13Maz dizem poeta que morre é semente
9De samba que vem derepente
9E nasce se a gente cantar
8E dizer que a dor doeu
9Que o poeta adormeceu
8Como um passaro cantor
8Quando vem no entardecer
7Acho que nem é morrer