4Silêncio
9Morreu um poeta no morro
9Num velho barraco sem forro
8Tem cheiro dechoro no ar
12Mas choro que tem bandolim e viola
10Pois ele falou lána escola
9Que o samba nãopode parar
12Por isso meu povo no seu desalento
10Começa a cantar samba lento
9Queé jeito da gente rezar
8E dizer quea dor doeu
9Que o poe ta adormeceu
8Como um passaro cantor
8Quando vem noentardecer
7Acho que nem é morrer
4Silêncio
9Mais umcavaqui nho vadio
9Ficou sem acordes, vazio
9Deixado num canto de um bar
13Maz dizem poeta que mor re é semente
9De samba que vem derepente
9E nasce se a gente cantar
8E dizer quea dor doeu
9Que o poetaadormeceu
8Como um passaro cantor
8Quando vem noentardecer
7Acho quenem é morrer
9Morreu um po
9Num velho bar
8Tem cheiro de
12Mas cho
10Pois ele falou lá
9Que o samba não
12
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9Que
8E dizer que
9
8Como um pas
8Quando vem no
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9Mais um
9Ficou sem acor
9Deixado num can
13Maz dizem poe
9De sam
9E nasce se a gente cantar
8E dizer que
9Que o poeta
8Como um pas
8Quando vem no
7Acho que