[Verso]
12É, você um ne
gão de tirar o
chapéu
11Não posso dar mole senão você
créu
15Me
ganha na manha
e baubau, eva meu co
ração
13É, você é um
ébano, lábios
de mel
11Um príncipe negro feito a
pincel
12É só melanina cheirando à pai
xão
17É, será
que eu caí na sua rede? Ainda
não sei
11Sei não, mas tô achando que já
dancei
8Na tentação da
sua cor
14Pois é, me pego
toda hora querendo
te ver
13O
lhando pras estre
las pensando em vo
cê
14Negão, eu tô com medo
que isso seja a
mor
[Refrão]
18Moleque
levado, sabor de
pecado, menino danado
16Fiquei balançada,
confesso, quase perco a
fala
15Com
seu jeito de me
cortejar que nem mestre-
sala
19Meu preto retinto, malandro distin
to, será que é instinto?
18Mas quando te
vejo, enfeito meu beijo, re
toco o batom
13A sensualidade da
raça é um dom
12É vo
cê, meu ébano,
é tudo de bom
[Verso]
12É, você um ne
gão de tirar o
chapéu
11Não posso dar mole senão você
créu
15Me
ganha na manha
e baubau, eva meu co
ração
13É, você é um
ébano, lábios
de mel
11Um príncipe negro feito a
pincel
12É só melanina cheirando à pai
xão
17É, será
que eu caí na sua rede? Ainda
não sei
11Sei não, mas tô achando que já
dancei
8Na tentação da
sua cor
14Pois é, me pego
toda hora querendo
te ver
13O
lhando pras estre
las pensando em vo
cê
14Negão, eu tô com medo
que isso seja a
mor
[Refrão]
18Moleque
levado, sabor de
pecado, menino danado
16Fiquei balançada,
confesso, quase perco a
fala
15Com
seu jeito de me
cortejar que nem mestre-
sala
19Meu preto retinto, malandro distin
to, será que é instinto?
18Mas quando te
vejo, enfeito meu beijo, re
toco o batom
13A sensualidade da
raça é um dom
12É vo
cê, meu ébano,
é tudo de bom
18Moleque
levado, sabor de
pecado, menino danado
16Fiquei balançada,
confesso, quase perco a
fala
15Com
seu jeito de me
cortejar que nem mestre-
sala
19Meu preto retinto, malandro distin
to, será que é instinto?
18Mas quando te
vejo, enfeito meu beijo, re
toco o batom
13A sensualidade da
raça é um dom
12É vo
cê, meu ébano,
é tudo de bom