13Dois irmãos, quando vaialta amadrugada 14E a teus pés vão-se encostar os instrumentos 12Aprendi a respeitar tua prumada 11E desconfiar do teu silêncio
[Verso 2]
13Penso ouvir a pulsação atravessada 15Do que foi e o que será noutra existência 13É assim, como se a rocha dilatada 11Fosse uma concentração de tempos
[Verso 3]
12É assim, como se o ritmo do nada 11Fosse, sim, todos os ritmos por dentro 13Ou, então, como uma música parada 12Sobre uma montanha em movimento