15Sonho o poema de arquitetura ideal
11Cuja própri a nata de cimento
20Encaixa palavra por pa lavra, tornei-me pe rito em extrair
12Faíscas das bri tas e lei te das pedras
3Acordo !
19E o poema todo se esfarrapa , fiapo por fiapo
3Acordo !
12O pré dio, pe dra e cal , esvoaça
20Como um leve papel solto à mercê do vento e e vola-se
16Cinza deum corpo es vaído de qualquer sentido
14Acordo, e o poema-mira gem se desfaz
15Desconstruído como se nunca houvera sido
16Acordo! os olhos chumbados pelo mingau das almas
7E os ouvidos moucos
13Assim é que saiodos suces sivos sonos :
12Vão-se os anéis defumo de ópio
12E ficam -me os dedos estarrecidos
18Metonímias, alitera ções, metá foras, oxímoros
8Sumidos no sorvedouro
19Não deve adiantar gran de coisa per manecer à espreita
13No topofantasma da torre de vigia
14Nem asimula ção de se a fundar no sono
6Nem dormirdeveras
7Poisa questão -chave é :
14Sob que más cara retornará o recalcado ?
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20Encaixa pala
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